Olá, hoje vou falar sobre consultoria em plano de saúde para recém-nascido. Muita gente não sabe, mas não é qualquer Operadora atualmente que comercializa planos para recém-nascido.

Preste bastante atenção no terceiro exemplo que vou dar aqui, que é onde ocorre a maior parte das dúvidas dos clientes e até de alguns corretores.

Primeiro exemplo: A mãe já tem um plano de saúde e a criança nasce por este plano dela. E, como sabemos, a carência contratual para parto nos planos de saúde é de 10 meses. Logo, se a mãe, quando for ter seu filho, já tiver completado os 10 meses de carência, o parto será coberto integralmente pela operadora do plano de saúde da mãe.

E, nesse caso, em que a criança nasce quando a mãe já cumpriu as carências do plano de saúde dela, a criança poderá entrar no mesmo contrato da mãe e herdar as carências que a mãe já cumpriu?

Consultoria

A criança poderá entrar no mesmo contrato da mãe e herdar as carências que a mãe já cumpriu?

É isso mesmo! A criança não vai precisar cumprir carências para nenhum procedimento e isso é sem dúvida um grande benefício para o cliente e para o seu filho, logicamente…

Porém, os pais precisam estar atentos ao prazo das operadoras para incluir a criança em seu plano, que é de no máximo 30 dias. Se passar do prazo, os pais não conseguem mais fazer essa inclusão e a criança recém nascida terá de fazer um novo contrato e cumprir as carências contratuais a partir da vigência.

Supondo que a mãe tenha o plano de saúde da Amil, ela terá de entrar em contato diretamente com Amil para fazer a inclusão da criança.

Se tiver Unimed vai ser a mesma coisa. Este procedimento de inclusão é administrativo, não passa pelo corretor para fazer esta intermediação, e, como já foi dito, é direto com a operadora ou administradora.

Segundo exemplo: A mãe tem o plano de saúde há 6 meses, mas no caso, não cumpriu ainda o prazo de carência para parto que é de 10 meses para poder ter filho pelo seu plano de saúde. Logo o plano não vai dar cobertura para o parto. O que terá de ser feito no particular arcando com os custos, ou pelo SUS.

Neste caso, depois de nascida, a criança poderá entrar no contrato da mãe e aproveitar o tempo contratual que ela já tiver cumprido de 6 meses e não ter mais de cumprir carências.

Mas se a mãe só tiver, em outro exemplo, 4 meses de contrato vigente, o filho só vai precisar cumprir 2 meses restantes das carências contratuais. Isto porque, as carências máximas são de 6 meses ( 180 dias ). Lembrando que tem o prazo de 30 dias também para fazer essa inclusão da criança.

No terceiro exemplo é que acontecem a maior parte das dúvidas e até mesmo de alguns corretores:

Se a mãe não tiver cobertura de nenhum plano de saúde, a criança só poderá aderir ao plano de Pessoa Física. Pois nos planos coletivos a criança não pode entrar sem ter um responsável.

São dois os planos coletivos:

  • Empresariais

  • Adesão

Em ambos os contratos não entram menores de idade.

Então, plano de pessoa física é a única forma da criança entrar para ter a cobertura de alguma operadora de plano de saúde.

Para um recém nascido entrar num plano coletivo empresarial ou por adesão, tem que ser como dependente da mãe ou do pai.

Hoje, na data que eu estou gravando esse vídeo, são poucas as operadoras que aceitam recém nascidos. São elas:

> Unimed Rio > Unimed Leste Fluminense > Prevent Senior e > Samoc.

Em todas elas, é necessário fazer entrevista médica com pediatra da própria operadora.

Agora, se você quer saber também quais os valores destes planos de pessoa física disponíveis para recém nascidos, é só clicar no link na descrição desse vídeo que você vai fazer uma cotação online.